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Do motor aos sistemas de segurança, os chips automotivos comandam os carros atuais. Saiba por que eles são tão importantes, como impactam preços e o que observar ao escolher um seminovo tecnológico.
Por: Filipe
05.01.2026 • Atualizado há um mês
Os carros atuais estão cada vez mais tecnológicos. Por trás de quase todas as funções que você usa no dia a dia existe um chip automotivo trabalhando de forma inteligente para que tudo funcione de forma segura, eficiente e conectada. Com a popularização de sistemas eletrônicos, os chips automotivos deixaram de ser um sistema específico de modelos mais caros e passaram a ser a base de todos os veículos modernos. Hoje, eles controlam desde o consumo de combustível até os itens de segurança, e agem diretamente no conforto, no desempenho e até na revenda do carro. Neste artigo, vamos entender o papel dos chips, quais os benefícios e tecnologias que eles trouxeram para o mercado automotivo, e quais são as decisões mais inteligentes na hora de comprar, trocar e cuidar do seu veículo. Os chips automotivos são pequenos componentes eletrônicos feitos a partir de sistemas inteligentes que funcionam como o cérebro para diversos sistemas do carro. Eles recebem sinais de sensores espalhados pelo veículo, processam essas informações e emitem comandos para que outros componentes reajam da maneira correta, no tempo certo. Na prática, o chip automotivo costuma estar dentro de módulos eletrônicos. Cada módulo é programado com um software que define como aquele sistema deve responder em diferentes situações, por exemplo, como ajustar a mistura de combustível e ar no motor ou quando acionar o ABS em uma frenagem de emergência. Uma dúvida comum de quem ouve falar nesses chips automotivos inteligentes é imaginar que existe um chip central cuidando de tudo. Na verdade, um único carro pode ter dezenas, às vezes centenas de chips, distribuídos em diversos módulos menores que se comunicam entre si. Em modelos mais modernos, com muitos recursos eletrônicos, essa quantidade cresce ainda mais. Esses chips estão espalhados em áreas estratégicas do veículo: no cofre do motor, dentro do painel, em módulos próximos às rodas, no sistema de entretenimento e até em sensores de auxílio à condução. Muitos deles ficam protegidos contra variações de temperatura, vibração e umidade, justamente porque precisam ser confiáveis em condições extremas. Só para entender o trabalho que esses chips podem realizar, alguns dos principais sistemas que utilizam chips automotivos são: Módulo de injeção eletrônica do motor, câmbio automático ou CVT, sistema de freios ABS e controle de estabilidade, airbags e pré-tensionadores de cinto, direção elétrica, painel de instrumentos digital, central multimídia e conectividade, ar-condicionado digital e climatização, sensores de estacionamento, câmera de ré e assistentes de condução, como alerta de faixa e frenagem automática. Cada item dessa lista depende de chips específicos para funcionar com precisão e segurança. Em muitos casos, o mesmo módulo conversa com outros, trocando informações em tempo real. Por exemplo, o controle de estabilidade recebe dados dos sensores de roda, do volante e da aceleração do carro para corrigir a trajetória quando identifica risco de perda de controle, tudo coordenado por chips. Entre 2020 e 2022, o termo “crise dos semicondutores” ganhou espaço no noticiário internacional. Durante a pandemia, muitas montadoras reduziram pedidos de chips achando que a demanda por veículos cairia por muito tempo. Ao mesmo tempo, cresceu o consumo de eletrônicos, como computadores, celulares e videogames, o que redirecionou a capacidade de produção dos fabricantes de chips. Quando a procura por carros voltou a subir, o setor automotivo encontrou fábricas de semicondutores operando no limite, com filas de pedidos e prazos longos de entrega. Como os chips automotivos são componentes altamente específicos e exigem testes rígidos de segurança, não é possível simplesmente substituir por qualquer outro modelo. O resultado foi uma combinação de paralisações temporárias, linhas de produção reduzidas e menos carros disponíveis no mercado. Para o consumidor, isso apareceu de várias formas: menos opções de versões, atrasos na entrega de carros novos, modelos com alguns itens de série removidos temporariamente e, principalmente, aumento de preços. Com menos carros zero disponíveis no mercado, os seminovos se valorizaram, e muitos veículos usados passaram a ser negociados com valores bem acima do que era comum antes da crise. Foi uma mostra prática de como algo tão pequeno quanto um chip automotivo pode travar toda uma cadeia de produção. Se hoje os chips automotivos já são essenciais, no futuro essa importância tende a crescer ainda mais. Carros híbridos e elétricos, por exemplo, dependem fortemente de módulos eletrônicos para gerenciar baterias, motores elétricos, regeneração de energia e integração com sistemas de recarga. Como resultado, isso significa mais chips inteligentes, mais softwares e mais conectividade embarcada em cada veículo, levando o mercado automotivo cada vez mais para uma evolução tecnológica. Os recursos de assistência à condução também avançam com base em chips cada vez mais inteligentes. Sistemas como piloto automático adaptativo, monitoramento de pontos cegos, leitura de placas de trânsito e manutenção de faixa utilizam câmeras, radares e sensores que geram uma grande quantidade de dados, que geram ações no veículo. Além disso, a tendência é que os carros se tornem verdadeiras plataformas digitais sobre rodas. Atualizações de software à distância, integração com aplicativos, diagnósticos remotos e personalização de perfis de uso dependerão da combinação entre hardware robusto e programação bem feita. Quem estiver interessado em um seminovo nos próximos anos vai encontrar veículos cada vez mais tecnológicos, nos quais o estado da eletrônica embarcada será tão importante quanto o histórico mecânico. Entender o papel dos chips automotivos ajuda a enxergar o carro como um sistema complexo, no qual mecânica e eletrônica trabalham juntas para entregar segurança, economia e conforto. Esses pequenos componentes são responsáveis por controlar desde o funcionamento do motor até as funções de entretenimento, passando por freios, airbags, direção e recursos de assistência à condução. Por isso, vale a reflexão que atualmente, o carro moderno simplesmente não existe sem estes sistemas inteligentes. E se você está em busca de um modelo seminovo com tecnologia embarcada de alto nível, precisa conhecer o estoque da Primeira Mão. Nossa plataforma conta com modelos revisados e periciados, garantindo a qualidade da mecânica e dos sistemas eletrônicos, gerando uma aquisição de primeira linha.O que são chips automotivos e como funcionam
Onde estão os chips dentro do carro
A crise global dos semicondutores e seus impactos no setor
Como a tecnologia dos chips influencia o futuro dos carros
Conclusão
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